Procuro o sono na minha absurda existência.
É-me por vezes impossível estar acordada e ser esta pessoa, qualquer pessoa. É-me por vezes impossível perceber o porque das pessoas ou de ser pessoa.
São noites como estas que os meus sonhos revelam o meu ódio pela humanidade, ou, talvez, apenas o ódio que por mim mesma tenho, causado pelas tentativas de ser algo que não seja pessoa, tentativas estas inúteis de um presente doloroso.
17.04.2011
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