segunda-feira, 30 de abril de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
E o que há?
Já não há nada que me salve. Já não há sítios desses. Já não há silêncio que me acalme. Não há sono que me faça sonhar. Não há tristeza que me faça chorar. Não há lágrimas que me aliviem.
E o que há? A destruição que me é intrínseca. Porque eu destruo tudo. E já não ha perdão para mim. Já não há tempo para mim.
E o que há? A impossibilidade de viver. O suicídio da alma.O suicídio de mim. Porque já não há salvação. Porque nunca houve um Deus. Porque nunca tive fé.
Já nem há lugares ou muralhas para me esconder. Já não solidão suficiente. Já não há quem acredite, quem ame, ou talvez nunca houve.
E o que há?
26.04.
E o que há? A destruição que me é intrínseca. Porque eu destruo tudo. E já não ha perdão para mim. Já não há tempo para mim.
E o que há? A impossibilidade de viver. O suicídio da alma.O suicídio de mim. Porque já não há salvação. Porque nunca houve um Deus. Porque nunca tive fé.
Já nem há lugares ou muralhas para me esconder. Já não solidão suficiente. Já não há quem acredite, quem ame, ou talvez nunca houve.
E o que há?
26.04.
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